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Cama De Pregos - Essa é a Vida - Por Eduardo Metring


As Comédias de Nossos Dias

Tá aí um Link divulgando o nosso próximo Espetáculo.


http://www.guiadasemana.com.br/event.asp?/As_Comedias_de_Nossos_Dias/ARTES_E_TEATRO/SAO_PAULO/&a=1&ID=9&cd_event=41364&cd_city=1


MERDA

Escrito por Eduardo Metring às 17h33
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Nossa Luta com o CCSP

(Daniel Gaggini)
Olá
, Pessoal,

 

Depois de ter recebido dezenas de mensagens tanto favoráveis como contrários à nossa posição referente ao Edital do Centro Cultural São Paulo, venho mais uma vez deixar claro que não temos nenhum tipo de problema ou melindre com nenhum grupo que foi contemplado no Edital. A discussão é maior, mesmo que alguns duvidem disso e achem que estamos fazendo barulho por não termos sido escolhidos. Mas, na verdade, houve descumprimento de um item do Edital; pode-se depreender, segundo as explicações do Sr. Martin Grossmann, Diretor do Centro Cultural São Paulo, que houve um erro de redação. Exigimos, portanto, maior atenção na redação de editais públicos e queremos propor uma reflexão relativa ao uso do espaço público.

 

Está publicada em meu blog (www.pentefino.blog-se.com.br) a Carta Resposta do Centro Cultural São Paulo e, por não aceitarmos a explicações do mesmo, também protocolamos e segue abaixo nossa resposta. (A Resposta está no Blog do Dani)

 

Até a próxima,

 

Daniel Gaggini

www.pentefino.blog-se.com.br

 



Escrito por Eduardo Metring às 13h09
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Curta na Praça!!!

Começa precisamente hoje o "Curta na Praça", exibição de Curtas-Metragens independentes que buscam o seu espaço. Este lindo Projeto é Idealizado pelo grande Daniel Gaggini.
Colocarei aqui com maior antecedência os Curtas da próxima exibição - 10/09/08



 



Escrito por Eduardo Metring às 21h06
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Cachorro pode viajar em ônibus??!

Pode sim Senhor!!!!!!!!!!!!!!!!!

 

Desde o mês passado tenho travado uma batalha com a empresa responsável pelo transporte de passageiros para a minha cidade, a Transpen.
Fui levar a minha namorada embarcar juntamente como nosso cachorro, um Pinscher. O funcionário JOSÈ CARLOS, barrou a entrada do cachorro. Me disse que teria de pagar a passagem pra ele... Péraí... Ele só pode estar de brincadeira... Pagar a passagem para um cachorro com menos de 2kg, sendo que criança de até 7 anos não paga nada? Ele tem transportadora, vacinas em dia...Ele foi muito sarcástico na maneira de falar, ficou com um leve sorriso no rosto. Ele poderia ter sido mais atencioso e explicado a situação, mas não foi isso que aconteceu. Passamos uma vergonha enorme, quer dizer a minha namorada, ela teve de viajar com os passageiros enchendo a saco, dando risadinhas, etc...
Logo que cheguei em casa enviei um e-mail para o responsável da empresa. Fui para Itararé e falei com ele por telefone, me afirmou que resolveria o caso, fiquei mais tranqüilo.

Cheguei em são Paulo e fui ao Guichê de embarque da Transpen, os funcionários me informaram que eu teria de pagar a passagem pra levar o cachorro, eram as ordens. Fiquei indignado e busquei os meus direitos. Entrei em Contato com a ARTESP e fiz a reclamação na ouvidoria.
Recebi nesta semana um E-mail me informando que a empresa NÂO PODE COBRAR A PASSAGEM DO CACHORRO!!!!!!!!!!

 

Segundo o Artigo 31, item VII, do Decreto 29.913 o passageiro poderá embarcar consigo animais domésticos de pequeno e médio porte, devidamente acondicionados em suas transportadoras. Entende-se que, o passageiro detentor, alojando a transportadora no espaço físico restrito a sua poltrona, não deve pagar outra passagem.

 

Busquei os meus direitos e consegui!!!



Escrito por Eduardo Metring às 00h38
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Flash, Curta em 35mm

Gravo um curta em 35mm também em Setembro
Os ensaios estão rolando
Estou um pouco 'preocupado"
Preciso me concentrar e encontrar a Alma do Bruno,
A sua essência...
Ele é um personagem complexo, seus sentimentos...
Será um trabalho maravilhoso
O Roteiro é lindo, me apaixonei logo de início
Fiz o teste sabendo que o Bruno estava aqui dentro
Aos poucos vou te encontrando e te lapidando
O Bruno é um Fotógrafo que se apaixona por uma modelo,
Tem ela ao seu lado, mas nunca se declara
Sente medo de ser abandonado por Anna
Ele tem uma personalidade muito Complexa
Os ensaios estão sendo bem proveitosos
Cada Ator está ensaiando separadamente
Serão reunidos aos poucos
Setembro e Outubro estou neste projeto também
Obrigado Tainá, obrigado Carlos
Vamos fazer um lindo trabalho




Escrito por Eduardo Metring às 00h31
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Comédia aí vou Eu...

Tenho uma Estréia em Setembro
Agora vou atacar de Comediante
Vamos ver no que vai dar, kkkkkk
A vida é um grande aprendizado
Teremos uma temporada de 2 meses
Será um desafio pra mim
Estréia 5 de Set. no Café Teatro
Ao lado do SESC Consolação
Merda


Escrito por Eduardo Metring às 00h20
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Nossa vida

Estes dias tem sido estranho
Não sei dizer o que sinto
Gostaria de ter meu trabalho valorizado
Fico triste pelo nosso desamparo
Mas vai melhorar...
Vai...



Escrito por Eduardo Metring às 00h15
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São Pedro Mandou Voltar!!!

Que sufoco passamos nesses dias
Minha avó de 84 caiu da escada
Quebrou o fêmur
Foi internada, precisou ser transferida para uma outra cidade
Uma cidade com mais recurso, Sorocaba
Demorou, mas foi operada
O médico saiu e disse assim:
- A Operação foi um Sucesso, mas eu acredito que ela não volta da anestesia, o coração dela está muito fraco, agora, se vocês Tem Fé, essa é a hora de rezar.
O mundo caiu em nossas cabeças, principalmente pra minha mãe, minha tia e minha prima que ouviram esta palavras
Liguei logo em seguida pra minha mãe, estava em prantos...
Peguei um ônibus de São Paulo - Sorocaba, precisava estar ao seu lado
Mas foi só por Deus mesmo,
Minha Avó é uma mulher de Garra, uma pessoa com vontade de Viver
Saiu da UTI, foi para o quarto e deve receber alta dentro de alguns dias
Ela está MUITO bem, nem parece que passou por tudo aquilo
Os próprios médicos ficaram surpresos, embasbacados
Obrigado São Pedro por mandar ela de volta
Que garra tem essa minha Avó
TE AMO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Escrito por Eduardo Metring às 22h02
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S.O.S Laranjeiras


O jogo de ontem foi Emocionante sim, nos 90 minutos;
Ou melhor, nos 70 primeiros minutos;
O Flu tomou um gol besta, Lutou e conseguiu virar o jogo
Chegou no resultado necessário para os pênaltis
Esse foi o grande erro do Flu;
Segurou o resultado
Deveria ter mandado logo uns 4, 5 gols
Não teve brio, faltou a Raça ARGENTINA
Isso!!!
Faltou raça e respeito pelos 80 mil torcedores
As laranjeiras estão em prantos
S.O.S Laranjeiras




Escrito por Eduardo Metring às 21h48
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O BICHO

VI ONTEM um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.



O Bicho - Manuel Bandeira



Escrito por Eduardo Metring às 12h58
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Carta



Há muito tempo, sim, não te escrevo.
Ficaram velhas todas as notícias.
Eu mesmo envelheci, olha em relevo
estes sinais em mim, não das carícias
(tão leves) que fazias no meu rosto.
São golpes, são espinhos, são lembranças
da vida a teu menino, que a sol posto
perde a sabedoria das crianças.

A falta que me fazes não é tanto
à hora de dormir, quando dizias
"Deus te Abençõe" e a noite abria em sonho.

É quando, ao despertar, revejo a um canto
a noite acumulada de meus dias
e sinto que estou vivo, e que não sonho.

Carta
Carlos Drummond de Andrade



Fiz esta poesia no teste do "Chapetuba"
Ela é marovilhosa



Escrito por Eduardo Metring às 13h59
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É brincadeira??!!!.....

Que que é isso!!!!!!!!!!!????
É brincadeira o corinthians jogar como jogou;
Não teve brío, não teve raça
Vai tomá no CÚÚÚ filho da puta
Me desculpem as palavras de baixo calão;
Precisava desabafar um pouco
Time medíocre

 



Escrito por Eduardo Metring às 01h09
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Ele estava ali e não percebi...

Fui tocado, tenho a certeza disso,
Alguma força maior me tocou naquela noite de Domingo
Estava Eu lá na Missa, "sozinho", era noite de adoração do Santíssimo
O Padre foi se aproximando de mim e me fez ajoelhar no corredor Central
Lágrimas escorreram pelos meus olhos
Senti um leve arrepio, fiquei gelado
Senti a batida do meu coração
Senti como se o meu Coração tivesse sido amparado
Como se alguém o segurasse em suas mãos
Senti o meu coração como ha muito não sentia
Foi maravilhoso, quase que indescritível
Deus estava ao meu lado e não percebi
Eu o maldisse e ele continuou ali
Me senti sozinho muitas vezes...
Mas ele estava ali
Eu é que não percebi...
Agradeço a noite que tive
Agradeço por ter sido tocado de forma tão singela


Escrito por Eduardo Metring às 00h55
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Borghi!!!

Renato Borghi, meus parabéns pelos seus 50 anos de carreira no Teatro, fico honrado de ter sido um de seus alunos na Oficina do Teatro Promíscuo no Semestre passado. Espero um dia poder trabalhar contigo, seja em Teatro, Cinema ou onde quer que seja. Adoro a sua Garra, você é um ícone do Teatro Nacional, um Mestre, um Doutor, um Ator... Um Ator que luta e acredita no teatro e em sua Magia.



Escrito por Eduardo Metring às 01h36
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Estadão / Caderno 2 / Parte 2

Aos 71 anos, faz o balaço
de etapas marcantes da vida

 

O encontro com Zé Celso, com quem fundou o Oficina, foi o início de tudo.

 

Renato Borghi nasceu no bairro da Tijuca, no Rio, em 1937. Carioca? Ele assume como sua cidade para a qual mudou aos 17 anos. “Minha pátria é São Paulo”, diz. Na Faculdade de Direito do Largo São Francisco conheceu José Celso Martinez Corrêa e, juntos, fundaram o Oficina. “Nós dois adorávamos música e teatro. Ele era fã de Maria Della costa, eu, de Cacilda Becker. Ele, apaixonado por Isaurinha Garcia, eu, por Dalva de Oliveira. Ele compunha, eu, também. Cercávamos Maísa e Ângela Maria nas saídas dos programas e entregávamos nossas partituras. Claro que elas não nos davam atenção”.

Mas um produtor decidiu lançar Borghi como cantor. Passa a ter aulas de voz com a mãe da atriz Nydia Licia, que o convida a fazer um teste para integrar o elenco de sua companhia na temporada carioca do espetáculo Chá e Simpatia. “Foi muito gentil comigo. Foi no Teatro Bela Vista (hoje Sérgio Cardoso), que era lindo. Ao fim do teste, Sérgio Cardoso disse: o papel é seu e nunca deixe o teatro. Saí gritando de felicidade”.

Estreou profissionalmente em Copacabana, no Rio, em 1958, enquanto seu grupo estreava já no espaço que viria a ser o Oficina. “Quando voltei do Rio, o Zé Celso já tinha escrito A Incubadeira para mim. Aí conheci a Etty Fraser e nós dois saímos em busca de fundos para o Oficina, assinaturas, livros de ouro, apoio dos ricos”. Os ensaios eram noturnos e, durante quatro anos, todo o grupo teve aulas de interpretação com o diretor Russo Eugênio Kusnet (1898 – 1975). “ele e a atriz Henriette Morineau, com quem atuei em Todo Anjo É Terrível e Andorra, no Oficina, foram duas pessoas fundamentais na minha formação. Morineau havia atuado na Comédie Française, ensinou-me muito de palco, pausas, paralisar um gesto para valorizá-lo, inflexões”.


Aos 71 anos, 50 de carreira, Borghi faz um balanço de momentos marcantes da carreira. O primeiro deles, o encontro com Zé Celso. “Daí surgiu tudo. Foram 14 anos de parceria.” O Segundo marco, a saída do Oficina, na noite de reveillon de 1972 para 1973. “Foi uma decisão muito difícil e adiada. Passei a discordar dos rumos do grupo após a imfluência do Living Theatre. Eu e Zé Celso éramos inspiração um para o outro e passávamos a ser empecilho”.

Um novo marco: o encontro amoroso com a atriz Esther Góes. “Sem ela, eu teria dado com os burros n’água na saída do Oficina. Ela era jovem, linda, livre, tínhamos um filho pequeno, e sua parceria foi fundamental para, a partir daí, eu ter começado a produzir meus espetáculos. Juntos fizemos, em 1974, O Que Mantém Um Homem Vivo, coletênia de poesias, música e cena de Brecht.” Eram os anos de chumbo da Ditadura Militar. “Ficamos quatro anos em cartaz, fizemos sessões extras em Salvador, Recife, em várias cidades do Brasil”.

Outro marco: ter começado a escrever, na década de 80. Seu musical, Estrela D’Alva, foi retumbante sucesso no Rio, com Marília Pêra como protagonista. Já na década de 90, outro passo importante, a criação do Grupo Teatro Promíscuo. “O começo de fato foi em 1993, mas a primeira estréia veio depois, com Senhora do Camarim, dirigida por Élcio Nogueira, peça minha que sempre esqueço de citar porque considero uma bobagem”.

Na carreira de Ator, especificamente, Borghi diz que seria “injusto” se não colocasse como marco O Rei da Vela, de Oswald Andrade, dirigida por Zé Celso. “Até então eu era um ator formado no estilo TBC, falava com aquela prosódia européia. Nessa peça fiz as pazes com o Rio, com minha formação teatral anterior, vendo Conchita e Dulcina de Moraes, Grande Othelo, Procópio Ferreira, Jaime Costa, Mesquitinha, Maria Rúbia, Virgínia Lane”. A partir daí, Borghi concilia formação européia com brasilidade. Característica que lhe valeu tornar-se tema de uma dissertação de mestrado, de Manoel LEvy Candeias – Um Ator em Movimento: Renato Borghi, defendida no ano passado, na Unicamp.

Carinho especial nutre também por suas atuações em Galileu, Galilei; Na Selva das Cidades e Tio Vânia. Ganhou o primeiro Molière pelo papel de Piotr, em Pequenos Burgueses (1963) e, no ano seguinte, por Andri, em Andorra, ambos no Oficina. O Rei da Vela lhe vale muitos prêmios, entre eles o Molière e o de Ator da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), prêmio que voltará às suas mãos por Édipo Rei, em 1982, sob direção de Marcio Aurélio. Em 1987, a peça O Lobo de Rayban lhe rende os prêmios Molière, Mambembe, APCA e Apetesp de melhor autor.

 



Escrito por Eduardo Metring às 01h29
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